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Educadores participam de curso de Educação Inclusiva

05 de ago de 2009 - dev

Cerca de 50 educadores da Rede Municipal de ensino que trabalham com alunos com autismo, participaram segunda-feira (dia 3), do curso sobre Transtornos Invasivos do Desenvolvimento com ênfase no Autismo. A ação desenvolvida pela Secretaria Municipal da Educação, Cultura, Esporte e Lazer (Secult), tem como objetivo promover melhoria na qualidade do atendimento aos educandos com necessidade educacionais e consolidar políticas e ações educacionais centradas no respeito e na valorização das diferenças.

O encontro, que acontece até o dia 7 de agosto (sexta-feira), no Centro de Aperfeiçoamento Pedagógico da Secult (CAPS), tem como formador o psicólogo e professor Alexandre Costa e Silva.

Planejamento do tempo do aluno, instruções para atividades em sala de aula e a importância da interação com a turma, foram algumas das dicas de manejo oferecidas pelo palestrante. “Motivar a criança com temas atrativos, apresentar atividades educativas como brincadeiras, sempre valorizando o aluno, é uma estratégia interessante para manter a atenção dessas crianças autistas” alertou Alexandre Silva.

A ação surgiu a partir da necessidade dos educadores de se comunicar e interagir com estudantes cegos, surdocegos, com baixa visão e autismo, bem como entender, valorizar e aperfeiçoar avanços dos mesmos nas interações pessoais e cognitivas, rompendo barreiras que se interpõem nos processos educacionais.

A professora Marli Oliveira, da Municipal Roberto Corrêa, declarou que ações como estas são de fundamental importância, pois permitem aos educadores saber como proceder em determinadas situações em sala de aula. Além lembrar que a família também tem papel fundamental no desenvolvimento do aluno.

De acordo com Silva, as atividades a serem desenvolvidas pelos estudantes devem ser dadas de maneira escrita e falada, de forma clara e concretamente. “É importante que a criança repita os deveres e os trabalhos, como um modo de assegurar que o aluno está acompanhando” diz Silva, alertando que esses estudantes necessitam de ambientes ordenados, consistentes e previsíveis, com normas e limites muito claros.